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Segurança: o povo fala nas ruas

Considerando o número de roubos dos últimos dias e a onde de insegurança, estivemos perguntando para alguns funcionários de comércios da cidade sobre o que eles acham da segurança enquanto estão no trabalho. Todas as pessoas questionadas opinaram que consideram a segurança precária.

O Art. 144 da Constituição Federal prevê que:
A segurança pública, dever do Estado, direito e responsabilidade de todos, é exercida para a preservação da ordem pública e da incolumidade* das pessoas e do patrimônio...
 *isenção de perigo, de dano.

Seguem abaixo os depoimentos colhidos:

Anis Carines: O que me amedronta é o que amedronta qualquer pessoa de comércio, é a falta policiamento frequente que não tem - apenas isso. Geralmente tem um segurança nas madrugadas, mas não oferece segurança para nós no momento em que estamos trabalhando. Quando sabemos que houve algum roubo, a nossa sensação é a de que estamos na mesma situação dos outros: a mercê, digamos assim.

Sueny Lima: Algumas pessoas ficam de vigia para avisar o outro. Tipo assim, a questão quando teve o assalto ao mercado, lá em cima, a gente por aqui já tava sabendo e ficamos em alerta. Ficamos com a sensação de que a qualquer momento pode chegar aqui. Não chega a fechar mais cedo, ficamos alerta, porque temos carga horária para cumprir. Quando é muito sério, ligamos para o patrão e pedimos para abaixar mais cedo. Quando estava tendo assalto constantemente, chegamos a ligar e pedir para fechar mais cedo.

Edna Maetá: Não me sinto segura com relação à segurança, acredito que ninguém em nenhum lugar do mundo mais. Até agora nada nos aconteceu aqui no trabalho graças a misericórdia de Deus, mas fica sempre um ar de pânico quando sabemos que tem assalto aqui pelos comércios, mas vou continuar apelando para Deus nos proteger sempre.

Em caso de necessidade policial, ligue para a viatura: (81) 9 9819-8518.


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